sábado, 31 de março de 2012

Recomendo: O evangelho nu - Andrew Farley - Editora Vida

Ficha Técnica:
ISBN: 978-85-383-0217-9
Categoria: VIDA CRISTÃ: Crescimento espiritual
Formato: 14x21cm
Paginas: 256
Autor: Andrew Farley

O EVANGELHO NU

Jesus e nada mais. 100% natural. Sem aditivos nem conservantes. A verdade que talvez você nunca ouça na igreja. Capítulo a capítulo, O evangelho nu é um enfrentamento direto ao jargão e ao discurso ambíguo da igreja pós-moderna. Apresenta uma mensagem simples, mas capaz de transformar vidas. Com uma nova abordagem às Escrituras e um estilo livre de apologias, O evangelho nu desafiará você a repensar tudo o que conhecia.

“Como saber se um barco a vela se move a toda velocidade? Prestando atenção ao zumbido do vento. Este livro mostra como encorpar as velas da sua vida com o vento da verdade e ganhar velocidade no Espírito de Deus.” — Leonard Sweet, editor e coautor de A igreja na cultura emergente

“Que grande ‘livro-texto’ a respeito de como nos livramos do embuste religioso e aceitamos o desafio de sermos pessoas normais e, ao mesmo tempo, cristãos saudáveis.” — Steve Arterburn, fundador e presidente do New Life Ministries          

Se você cansou de usar a máscara de ‘supercristão’, se em seu interior só há desânimo e tédio, leia este livro e experimente a liberdade que Jesus oferece!


ANDREW FARLEY é pastor da Ecclesia (EcclesiaOnline.com) e um dos apresentadores do Real Life in Christ, programa de televisão transmitido pela ABC-TV na região Oeste do Texas e no Novo México. Professor de linguística aplicada na Texas Tech University, vive em Lubbock, Texas, com a esposa, Katharine, e o filho, Gavin.  



http://www.editoravida.com.br/loja/product_info.php?products_id=842&osCsid=ldffkc69vepe7872sugqd54b91

terça-feira, 27 de março de 2012

William Lane Craig – Argumentos em Favor da Existência de Deus: Argumento Moral


Continuamos a série de quatro postagens a respeito dos argumentos em favor da existência de Deus que o filósofo cristão William Lane Craig apresenta, a saber:
Clique acima para navegar entre os argumentos.

Clique para Acessar
Nesta postagem, Craig apresenta seu argumento moral em favor da existência de Deus. Craig mostra que se existe moralidade objetiva (não dependente do homem) então Deus é a única base para tal existência.
O livro “Em Guarda” apresenta de forma simples e didática este argumento e muitos outros. Recomendamos para quem deseja se iniciar no assunto.
Dr. William Lane Craig possui doutorados pela Universidade de Birmingham, na Inglaterra, e pela Universidade de Munique, na Alemanha.

O Argumento Moral
1. Se Deus não existe, valores e deveres morais objetivos não existem;
2. Valores e deveres morais objetivos existem;
3. Portanto, Deus existe.
Abaixo apresentamos um artigo de William Lane Craig sobre este argumento. O texto foi traduzido por Eliel Vieira e retirado do site ibpan.com.br.

Explanação do Argumento Moral

O argumento moral baseado nos valores e deveres morais.

Um grupo de eticistas como Robert Adams, William Alston, Mark Linville, Paul Copan, John Hare, Stephen Evans e outros tem defendido várias formas de argumentos morais para a existência de Deus. A fim de entender a versão do argumento moral que eu defendo em meu próprio trabalho, é necessário que nós compreendamos duas importantes distinções.
Primeiro, nós devemos distinguir valores morais de deveres morais. Valores têm a ver com algo ser bom ou mau. Deveres têm a ver com algo ser certo ou errado. Você pode estar pensando agora que esta distinção não faz diferença alguma: “bom” e “certo” significam a mesma coisa, e o mesmo ocorre com “mau” e “errado”. Mas se você pensar um pouco verá que este não é o caso. Um dever tem a ver com obrigação moral, o que você deve ou não deve fazer. Mas obviamente você não é moralmente obrigado a fazer alguma coisa apenas porque ela será boa para você. Por exemplo, seria bom para você se tornar um doutor, mas você não está moralmente obrigado a se tornar um doutor. Além do mais, também seria bom a você se tornar um bombeiro ou uma dona de casa ou um diplomata, mas você não pode ser todas estas coisas. Desta forma, existe uma diferença entre bem/mal e certo/errado. Bem/mal tem a ver com valer a pena, enquanto certo/errado tem a ver com obrigação.
Segundo, existe a diferença entre ser objetivo e subjetivo. Por “objetivo” eu quero dizer “independente da opinião das pessoas”. Por “subjetivo” eu quero dizer “dependente da opinião das pessoas”. Desta forma, dizer que existem valores morais objetivos significa dizer que alguma coisa é boa ou má independentemente do que qualquer pessoa pense sobre isto. De forma similar, dizer que temos deveres morais objetivos significa dizer que certas ações são corretas ou erradas a nós a despeito do que as pessoas pensam sobre isto. Assim, por exemplo, dizer que o Holocausto foi objetivamente errado é dizer que ele foi errado mesmo que os nazistas que o levaram a cabo pensassem que aquilo era correto, e que isto continuaria sendo errado mesmo se os nazistas tivessem vencido a II Guerra Mundial e tivessem tido sucesso em exterminar ou fazer lavagem cerebral em todos que discordassem deles para que todos, desta forma, acreditassem que o Holocausto era correto.
Com estas distinções em mente, aqui está um argumento moral simples para a existência de Deus:
1. Se Deus não existe, valores e deveres morais objetivos não existem.
2. Valores e deveres morais objetivos existem.
3. Logo, Deus existe.

Premissas 1 e 2

O que torna este argumento tão convincente não é apenas porque ele é logicamente rígido, mas porque as pessoas geralmente acreditam em ambas as premissas. Em uma era pluralista, as pessoas temem impor seus valores às demais pessoas. Assim a premissa 1 parece ser correta a elas. Valores e deveres morais não são realidades objetivas (isto é, válido e obrigatório independente da opinião humana), mas são meramente opiniões subjetivas impregnadas em nós pela evolução biológica e condicionamentos sociais.
Ao mesmo tempo, entretanto, as pessoas acreditam profundamente que certos valores e deveres morais como tolerância, abertura de mente e amor são objetivamente válidos e obrigatórios. Eles pensam que é objetivamente errado impor seus valores às demais pessoas! Sendo assim, eles estão profundamente compromissados com a premissa 2 também.

A Resposta de Dawkins

Na verdade, o próprio Dawkins parece aceitar as duas premissas! Em relação à premissa 1, Dawkins nos informa que “no fundo não existe design, nem propósito, nem mal, nem bem, nada além de indiferença sem sentido. [...] Nós somos máquinas propagando DNA. [...] Esta é a única razão de ser de todos os objetos vivos”. Mas embora ele diga que não existe mal, nem bem, nada além de indiferença sem sentido, o fato é que Dawkins é um moralista inflexível. Ele diz que ficou “mortificado” em saber que o executivo da Enron Corporation, Jeff Skilling, considerou o livro O Gene Egoísta de Dawkins como seu livro favorito por causa da sua percepção sobre o Darwinismo Social. Ele caracteriza “equívocos darwinianos” como piedade para com alguém que não poderá nos pagar de volta ou atração sexual por uma pessoa infértil do sexo oposto como “equívocos abençoados e preciosos” e chama compaixão e generosidade de “nobres emoções”. Ele denuncia a doutrina do pecado original como “repulsiva em termos morais”. Ele vigorosamente condena ações como a perseguição e o abuso de homossexuais, a doutrinação infantil de crianças, a prática inca de sacrifício humano, e premia a diversidade cultural sobre os interesses dos filhos dos amish. Ele vai ainda mais longe e oferece seus próprios Dez Mandamentos como guia de comportamento moral, ao mesmo tempo em que estava maravilhosamente esquecido da contradição com seu subjetivismo ético!
Em sua vistoria sobre os argumentos para a existência de Deus, Dawkins toca em um tipo de argumento moral que ele chama de “Argumento de Grau”. Mas ele tem pouca semelhança com o argumento apresentado aqui. Nós não estamos argumentando em graus de bondade até o maior bem, mas da realidade objetiva dos valores e deveres morais até seus fundamentos na realidade. É difícil acreditar que todas as calorosas denúncias e afirmações morais de Dawkins na verdade tendem ser não mais do que sua opinião subjetiva, como se ele sussurrasse com uma piscadinha, “Claro, eu não acho que abuso infantil, homofobia e intolerância religiosa são realmente coisas erradas! Faça o que você quiser – não há diferença moral!”. Mas a afirmação de valores e deveres objetivos é incompatível com seu ateísmo, pois de acordo com o naturalismo nós somos apenas animais, primatas relativamente avançados, e animais não são agentes morais. Afirmando ambas as premissas do argumento moral, Dawkins está, assim, na dor da irracionalidade, comprometido com a conclusão do argumento, a saber, que Deus existe.

O Dilema de Eutifron

Embora Dawkins não levante a objeção seguinte, as pessoas frequentemente a escutam por não-crentes em resposta ao argumento moral. Esta objeção é chamada Dilema de Eutifron, nome de um dos personagens de um diálogo de Platão. Ela basicamente é assim: algo é bom por que Deus assim o quer? Ou Deus o quer porque este algo é bom? Se você disser que alguma coisa é boa porque Deus a quer, então o que é “bom” se torna arbitrário. Deus poderia ter desejado que o ódio fosse bom, e assim nós seríamos moralmente obrigados a odiarmos uns aos outros. Isto parece loucura. Pelo menos alguns valores morais parecem ser necessários. Mas se você disser que Deus quer alguma coisa porque ela é boa, então o que é bom ou mau independe de Deus. Neste caso, valores e deveres morais existiriam independentemente de Deus, o que contradiz a premissa 1.
O ponto fraco do Dilema de Eutifron é que o dilema que ele apresenta é falso porque existe uma terceira alternativa desconsiderada, a saber, Deus deseja algo porque Ele é bom. A própria natureza de Deus é o padrão de bondade, e suas ordens a nós são expressão de sua natureza. Em resumo, nossos deveres morais são determinados pelas ordens de um Deus justo e amoroso.
Desta forma valores morais não são independentes de Deus porque o caráter próprio de Deus define o que é bom. Deus é essencialmente compassivo, justo, bom, imparcial, etc. Sua natureza é o padrão moral que determina o que é certo ou errado. Suas ordens necessariamente refletem sua natureza moral. Portanto, não existe arbitrariedade. O bem/mal moral é determinado pela natureza de Deus, e o certo/errado moral é determinado por sua vontade. Deus quer alguma coisa porque Ele é bom, e algo é correto porque Deus assim o quer.
Esta visão da moralidade tem sido eloquentemente defendida em nossos dias por filósofos bem conhecidos como Robert Adams, William Alston e Philip Quinn. Embora os ateus continuem a atacar o espantalho erigido através do Dilema de Eutifron. No recente Cambridge Companion to Atheism (2007), por exemplo, o artigo sobre Deus e a moralidade, escrito por um proeminente eticista, apresenta e critica apenas a visão de que Deus arbitrariamente criou os valores morais – um espantalho que virtualmente ninguém defende. Os ateus têm de fazer melhor do que isto se eles tentam derrotar os argumentos morais contemporâneos para a existência de Deus.

terça-feira, 20 de março de 2012

DENTRO DE MIM MORA UM ANJO?


Você não merece ser perdoado pelos seus pecados.
Você faz muitas coisas erradas.
Você mente.
Muitas vezes você é dissimulado. Às vezes você acredita em suas mentiras, criando suas próprias verdades e crendo que poderá ser feliz com elas.
Um dissimulado, elogia seu chefe sem realmente gostar dele.
Egoísta, pois quer que seu parceiro te satisfaça sexualmente, mas se ele ou ela não estiverem muito confortáveis com aquilo: dane-se!
Um trapaceiro, já que o carro que você vendeu não estava tão bom quanto você alardeou.
Um interesseiro, que se relaciona com as pessoas de olho nos benefícios que serão colhidos e não nos auxílios que serão prestados.
Mas você disfarça bem … Muito bem… Ninguém nem nota! Nem eu noto. Você consegue manter uma aura de santidade e camaradagem. Um sorriso amigo ou uma tristeza carente, dependendo do que a necessidade imponha. Algumas vezes você não percebe tanto que esta agindo assim, mas muitas vezes seus gestos são premeditados e suas falas, caras, bocas e lágrimas são pecaminosamente articuladas. Parabéns! Mas você não merece ser perdoado.
Pensam que você é bom, mas você e eu sabemos que você não é bom. Saiba que você é assim porque você é um humano. Impossível você ser de outra forma. Você erra, mente, mata, finge, trai o seu cônjuge e sua família, mas Ele te ama assim mesmo. Ele te perdoa continuamente.
Você não merece! Você não merece mesmo! Mas Ele é bom demais… Aliás, Ele é mais que bom: Ele é amor! Incondicional! Incompreensível. In-tudo.
Se você está esperando ser uma pessoa boa para se aproximar Dele ou merecer algo, desista: isto jamais acontecerá!
Mas Ele te perdoa assim, sem merecimento.
Ele te perdoa assim como você é.
Ele te ama desesperadamente.
Ele te busca pelas madrugadas.
Ele te chama.
Ele te livra dos seus erros.
Ele perdoa seus erros e te espera para te abraçar e te beijar.
Ele te quer.
Ele não te quer do jeito que você deveria ser, porque você jamais será do jeito que você deveria ser.
Ele te quer do jeito que você é e te ama e salva de graça, não por você ser alguém bom, mas por Ele ser tudo! Será que você pode compreender a força do amor Dele? Não a nada que você possa fazer para comprá-lo… Nada! Nenhum sacrifício seu irá comprá-lo. Nenhuma promessa sua irá dissuadi-lo a te abençoar ou te livrar do mal. Nada.
Mas apesar de você não poder fazer nada para comprá-lo, não se preocupe, foi Ele que já te comprou. Foi Ele que teve a iniciativa de te buscar do jeito que você é… E te amar! Do jeito que você é. O filho Dele, Jesus, morreu por você assim mesmo. Do jeito que você é. Jesus não morreu por quem você deveria ser, mas por quem você é, assim, cheio de segredos sujos, escondidas e guardado, os quais você não revela nem mesmo para o espelho.
Por gratidão, apenas aceite e creia e viva livre e viva feliz e viva sorrindo e viva de bem consigo mesmo, com a vida, com seus amigos, vizinhos e, sobretudo, vivos de bem com Ele, pois Ele te quer desesperadamente, a tal ponto de entregar Jesus, seu único filho para ser massacrado, torturado, humilhado, rasgado, pisado, ofendido, detonado… Para que você não precise sofrer o que você realmente merece.
Mas Ele te dá o que você não merece. Creia.
Jesus morreu pelos seus erros, portanto, relaxe e curta a vida!
Assinado: Você mesmo!

segunda-feira, 19 de março de 2012

ESPELHOS DA GLÓRIA DO SENHOR





“E não somos como Moisés,
que punha um véu sobre a sua face,
para que os filhos de Israel
não olhassem firmemente
para o fim daquilo que era transitório.

Mas os seus sentidos foram endurecidos;
porque até hoje o mesmo véu
está por levantar na lição do velho testamento,
o qual foi por Cristo abolido;
e até hoje, quando é lido Moisés,
o véu está posto sobre o coração deles.

Mas,
quando se converterem ao Senhor,
então o véu se tirará.

Ora, o Senhor é Espírito;
e onde está o Espírito do Senhor,
aí há liberdade.

Mas todos nós,
com rosto descoberto,
refletindo como um espelho
a glória do Senhor,
somos transformados de glória
em glória na mesma imagem,
como pelo Espírito do Senhor.”.
(2º Coríntios 03:13-18).

- Quando Moisés desceu do monte Sinai com os Dez Mandamentos, sua face brilhava por ele ter estado na presença de Deus:


“E aconteceu que,
descendo Moisés do monte Sinai
trazia as duas tábuas do testemunho em suas mãos,
sim, quando desceu do monte,
Moisés não sabia que a pele do seu rosto resplandecia,
depois que falara com ele.

Olhando, pois,
Arão e todos os filhos de Israel para Moisés,
eis que a pele do seu rosto resplandecia;
por isso temeram chegar-se a ele.

Então Moisés os chamou,
e Arão e todos os príncipes da congregação
tornaram-se a ele;
e Moisés lhes falou.

Depois chegaram também todos os filhos de Israel;
e ele lhes ordenou tudo o que o SENHOR
falara com ele no monte Sinai.

Assim que Moisés acabou de falar com eles,
pôs um véu sobre o seu rosto.”.
(Êxodo 34:29-33).

- Moisés teve que colocar um véu sobre seu rosto para que as pessoas não se apavorassem devido ao brilho de sua face.

- Este véu ilustra o desvanecimento do antigo sistema e o encobrimento da mente das pessoas por causa de seu orgulho, dureza de coração e recusa de se arrepender.

- O véu não permitiu que enxergassem as referências a Cristo contidas nas Escrituras.

- Quando alguém se torna cristão, o véu é retirado, dando vida e tornando-a eternamente livre da escravidão:


“Mas,
quando se converterem ao Senhor,
então o véu se tirará.
Ora, o Senhor é Espírito;
e onde está o Espírito do Senhor,
aí há liberdade.”.
(2º Coríntios 03:16-17).

- Tal pessoa pode então ser como um espelho, refletindo a glória de Deus:


“Mas todos nós,
com rosto descoberto,
refletindo como um espelho a glória do Senhor,
somos transformados de glória em glória
na mesma imagem,
como pelo Espírito do Senhor.”.
(2º Coríntios 03:18).

- A glória que o Espírito dá ao crente é mais excelente e durável do que a glória que Moisés experimentou.

- Ao observarmos atentamente a natureza de Deus, com nossa mente sem qualquer véu (religiosidade), podemos nos tornar mais parecidos com Ele.

- Nas Boas Novas, vemos a verdade a respeito de Cristo, e esta nos transforma moralmente à medida que a compreendemos e a aplicamos à nossa vida.

- Aprendendo sobre a vida de Cristo, podemos entender a Deus e perceber como Ele é maravilhoso.

- À medida que o nosso conhecimento se aprofunda, o Espírito Santo nos ajuda a mudar.


- Quanto mais conhecermos as Escrituras, mais parecidos com Cristo seremos; assim estaremos refletindo com mais exatidão a glória de Deus para outras pessoas.

- Enquanto caminhamos, o mundo ao nosso redor espera ver, em nós, a transformação que só o Espírito Santo faz na vida de um pecador arrependido.

- O que as pessoas que estão à sua volta, vêem refletindo através da sua vida?


- As pessoas ao olhar para você amado (a), não devem ver um evangélico e nem um católico; elas devem ver a glória de Deus.

- O demônio ao ver você ficará cego diante da glória de Deus, mas se ver apenas o véu da religiosidade, ainda terá legalidade para agir em sua vida.

- Nós não devemos refletir o catolicismo, o protestantismo ou outro; devemos refletir a glória de Deus.

- Você é conhecido como evangélico ou como reflexo da glória de Deus?

- Você é reconhecido como um católico ou como reflexo da glória de Deus.

- Para refletir como espelho a Glória de Cristo, é preciso ter o rosto descoberto.


- Só reflete a glória de Deus aquele que retira o véu, a máscara da religiosidade.

- Assim como um espelho deve estar descoberto para refletir a imagem de determinado objeto, nós também necessitamos de que nada se interponha entre nós e o nosso Deus.

- O véu que separava o homem de Deus foi rasgado por ocasião da morte de Jesus na cruz:


"E o véu do templo se rasgou em dois,
de alto a baixo.".
(Marcos 15:38).

- Este gesto, sem par, possibilitou que a glória do Senhor rebrilhasse em nossa vida.

- O acesso que temos à sua presença foi garantido pela morte e ressurreição de Cristo.


- Vamos desfrutar, portanto, dessa comunhão.

- Não existe mais do véu da religiosidade que nos separava de Deus e do nosso próximo, agora a glória de Deus reflete através de nossas vidas.

- Mas para refletirmos como espelho a Glória de Cristo, é preciso estar limpo.


- Muitas vezes, a imagem refletida no espelho não é nítida, não tem brilho.

- Pequenas manchas internas, ou até mesmo poeira, dificultam a nossa visão.

- Assim também, os nossos pecados encobrem o rosto do nosso Deus e as nossas iniqüidades nos separam do Senhor:


“Mas as vossas iniqüidades
fazem separação entre vós e o vosso Deus;
e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós,
para que não vos ouça.”.
(Isaias 59:02).

- Nossos pecados impedem de refletirmos a imagem perfeita do SENHOR, pois o SENHOR é Santo.

- Se desejamos refletir a sua glória com todo o brilho e perfeição, busquemos diariamente purificar as nossas vidas, confessando nossos pecados:


"Se confessarmos os nossos pecados,
ele é fiel e justo
para nos perdoar os pecados,
e nos purificar de toda a injustiça.".
(1º João 01:09).

- Somente Jesus tem poder de “limpar” a nossa imagem amado (a).

- A religiosidade apenas enfeita o espelho; põe uma regra aqui, um costume ali; atrapalha ainda mais o reflexo da glória de Deus.

- Jesus limpa o espelho deixando apto para refletir a glória de Deus.

- Para refletir como espelho a Glória de Cristo, é preciso estar bem direcionado.

- Mesmo descoberto e limpo, o espelho só é capaz de refletir o objeto para o qual se direciona.

- O cristão que não está em sintonia com o Senhor, corre o risco de refletir outras imagens.


-Ao direcionar o nosso olhar para o "autor e consumador de nossa fé", passamos a refletir cada vez mais a sua glória, através de nossas vidas.

- E assim, de glória em glória, somos transformados e Sua glória se revela em nossa vida.


- Quanto mais ela rebrilhar, mais Cristo será visto em nós.

"A ÚNICA VERDADE QUE LIBERTA É A DE DEUS
AS OUTRAS APENAS MACHUCAM".