quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Devil pray

King Size Bed


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Messiah

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Same song


"And this is for people who are quoting the bible and who are using God as their defense mechanism: Jesus preached this, Muhammad preached this, Buddha preached this, Moses preached this, it's in every holy book: love thy neighbor as thyself! You can not use religion to treat other people badly, you can not use your faith to treat other people badly, we all deserve #LOVE."
Madonna Louise Veronica Ciccone

"It does not matter what path we follow, be it Judaism, Christianity, Buddhism, or Islam. Our spiritual teachers embodied the same message which was a signal for life’s greatest purpose. Buddha said, “Consider others as yourself.” Jesus said, “#LOVE thy neighbor as thyself.” Muhammad said, "That which you want for yourself, seek for mankind...wish for your brother what you wish for yourself." Hillel said, “That which is odious to you, do not do to others.”
One way to practice this Golden Rule is to take it upon ourselves to help others with their problems as if they were our own. It’s so easy to think, “This issue doesn’t affect me,” but in the eyes of God we are one. We are all connected and we all affect each other."
Karen Berg (Spiritual Director, Kabbalah Centre International)

"Buddha was not a Buddhist, Jesus was not a Christian, Muhammad was not a Muslim. They were teachers who taught love. #LOVE was their religion."
- Anonymous

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

O deus de Frankenstein




O deus mais adorado em nossos dias é o deus de Frankenstein. Parece loucura, mas não é. Pode-se observar facilmente como nossa busca pelo transcendente tem caído num antropomorfismo exacerbado.
Isso significa que em nosso desespero por algo além de nós mesmos acabamos por criar uma divindade ou um ser transcendente que não passa de um produto de nossa própria imaginação, um deus 'à nossa imagem e semelhança' e não o contrário.
Trata-se de uma divindade cujas características que reconhecemos são as que nos são convenientes - escolho na Bíblia ou em outras literaturas religiosas somente aquilo que entendo, concordo e aceito, e monto meu deus de Frankenstein conforme minhas necessidades, anseios e lógicas.
Não se trata de um Criador, mas de uma criatura de minha própria imaginação. Posso pensar nesse deus como uma força ao mesmo tempo em que, incoerentemente, me reconheço como sua imagem e semelhança. Falo dele como salvador, poderoso, ao mesmo tempo em que o trato como um gênio da lâmpada totalmente a meu dispôr. Posso reconhecer sua existência e divindade, mas na prática lido com ele como se fosse meu servo, um Papai Noel do ano todo, punindo os maus e recompensando os bons.
Dessa forma, monto meu deus de Frankenstein com peças de inúmeras teologias, mitos e fontes religiosas, sem nem ao menos elaborar uma noção coerente do que pode ser uma divindade.
Um deus que me é conveniente, que atenda às minhas necessidades sem comprometer minhas vontades, um deus construído a partir de minha imagem e limitações.
Sim, e ainda posso querer defendê-lo perante outros, pois é inadmissível para minha teologia qualquer tipo de questionamento.
Este é o deus de Frankenstein, que mais se parece comigo do que eu com ele, apesar de ter sido construído de partes diferentes do espaço e do tempo no imaginário humano. Um deus que nada tem em comum com uma divindade específica dentro de uma unidade de fé - seja cristã, muçulmana, judaica, hindu, animista, etc.
Por si só é uma incoerência existencial, assim como o monstro de Frankenstein, criado a partir do ser humano, sem a possibilidade de interagir de modo saudável com o mesmo, devido às suas inúmeras limitações.
Um deus de Frankenstein é limitado e confuso, incapaz de preencher as lacunas da alma humana, exatamente porque se restringe a ela. Sua dimensão não alcança os limites do inexplicável.
Infelizmente, por ser muito comum em nossos dias, o deus de Frankenstein toma o espaço do transcendente em nossas vidas - nos dá conforto, alivia momentaneamente a consciência, tapa alguns buracos no sistema explicatório de nossa cosmovisão. Sistematizamos facilmente esta divindade, porque cabe em nossa mente, podemos  sondá-lo em todas as suas dimensões. Assim, fica mais difícil sairmos da zona de conforto em busca  de algo maior do que nós mesmos - um Deus inexplicável, pessoal, diferente e acima de todas as coisas criadas.

Sempre gostei da história do monstro de Frankenstein. Só nunca antes tinha imaginado que pudéssemos nos dobrar a uma divindade semelhante a ele.
Por esta razão decidi de uma vez por todas que prefiro mil vezes ser compreendida a compreender, e me dobro ante o inexplicável.
Que meus monstros interiores não tomem o lugar que só a Deus pertence, e que este Deus inexplicável nunca se limite ao tamanho de minha teologia.

Angela Natel - 02/12/2014.


Estes textos e muitos outros estudos estão à disposição na páginahttp://angelanatel.wordpress.com/ ou nos blogs
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ou no meu baile de máscaras particular:
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@AngelNN 
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Rebel Heart - video legendado

Calendário dezembro 2014